quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Opção
Um dia, uma dúvida, várias palavras
Uma conduta.
Nem com todo amor se cura, nem com toda dor se mucha
É a certeza e o não, é o prazer e o fim.
A estrada que não se faz, a idade que trai
A verdade que é sua, a mentira que é nua.
E do ego se faz o gozo, e da prece se dá a mão.
Como todo dilúvio, o pingo é só começo
O chão a inundação
Abre os braços, pede abrigo
Abre a blusa pede perdão
Fecha o riso que está timido
Fecha a mão com intenção.
Tristeza será?
Liberdade talvez?
Agonia em estar
Tentativa de não ter.
Germano Gomes
Uma conduta.
Nem com todo amor se cura, nem com toda dor se mucha
É a certeza e o não, é o prazer e o fim.
A estrada que não se faz, a idade que trai
A verdade que é sua, a mentira que é nua.
E do ego se faz o gozo, e da prece se dá a mão.
Como todo dilúvio, o pingo é só começo
O chão a inundação
Abre os braços, pede abrigo
Abre a blusa pede perdão
Fecha o riso que está timido
Fecha a mão com intenção.
Tristeza será?
Liberdade talvez?
Agonia em estar
Tentativa de não ter.
Germano Gomes
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Norte
Do dia se tira o amargo gosto do acaso
Se nota o contínuo e o estático
A força que une e que afasta
O mal que permeia e se deseja.
Eis que das cinzas não há mais pó
Do não dito pelo dito
Da cadência pelo samba não criaodo
Da decência seu desconforto.
O pavor que aflora e que intimida
A Ilusão da palavra, maldita.
Cega na luz que não enxerga
Intrusa do que não permite
Frígida do pleno prazer
Voraz sem nunca ter sido.
É só um caminho visto, é o único a ser seguido
Num casulo só seu, que não fermenta, que não gera
E única verdade que tens é a certeza de não poder, de não ser.
Germano Gomes
Se nota o contínuo e o estático
A força que une e que afasta
O mal que permeia e se deseja.
Eis que das cinzas não há mais pó
Do não dito pelo dito
Da cadência pelo samba não criaodo
Da decência seu desconforto.
O pavor que aflora e que intimida
A Ilusão da palavra, maldita.
Cega na luz que não enxerga
Intrusa do que não permite
Frígida do pleno prazer
Voraz sem nunca ter sido.
É só um caminho visto, é o único a ser seguido
Num casulo só seu, que não fermenta, que não gera
E única verdade que tens é a certeza de não poder, de não ser.
Germano Gomes
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